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Negreiro

A obra foi criada a convite do Festival Internacional de Dança de Araraquara (2019) com o intuito de configurar-se como uma dança-luta. Em negreiro, a força do corpo negro em sobreviver e reexistir diante da sociedade é colocada em evidência, enfatizando o devir negro no mundo e a força ancestral diásporica. 

Após o festival, o solo também foi convidado para integrar a programação do Novembro Negro das Artes, da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, no mesmo ano.

Em 2020 negreiro foi convidado para estrear uma nova versão (online) no Enegrecer a Politica _ Encontro Nacional de Candidaturas Negras,

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Contra Tempo

O mundo contemporâneo tem passado por grandes mudanças e isso pode ser visto nas relações interpessoais. Para chegar até o topo, "é necessário" passar por cima do outro. 

 

Contratempo reflete sobre uma sociedade preocupada com o aqui e agora, disposta a juntar-se ou separar-se em busca do triunfo. A velocidade, as brecadas e as recuperações que aparecem ao longo da coreografia refletem sobre uma sociedade que vive suspensa na urgência do momento, recheada de superioridade, relações possessivas e violência.        

                         

A música é uma mistura de jazz,metal, minimalismo, ruído e atonalidade. Deixando de lado o lirismo, que é marca das produções da Mandala Cia de Dança (companhia de dança do Ballet Marilia Nascimento), ‘’Contratempo" enfatiza a potência e a rispidez durante todo o balé.   

 

Coreografia: Guego Anunciação

Musicas: John Zorn / Villa Lobos

Duração: 14:'30 minutos

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EM PÉ DE GUERRA

Obra assinada por Guego Anunciação para o Balé Jovem de Salvador, é uma reflexão sobre o tempo presente como uma guerra civil.

Diante de tantos conflitos que atingem o mundo, quais são os escombros que assolam a pele? Quais são as guerras que atingem dentro e fora? Quais bombas atômicas me destroem? Quais mísseis eu lanço para devastar outrem?

Em sua narrativa, a peça vai evocando imagens que suscitam um grupo de guerrilheiros que interagem entre si, na busca infinita de permanecer vivo.

 

Concepção/Coreografia: Guego Anunciação

Trilha sonora: Paulo Roberto Pitta

Iluminação: Matias Santiago

Assistente de coreografia: Igor Couto

Figurino: Daniel Adam

Direção/Balé Jovem de Salvador -  Matias Santiago

Dunas

É o primeiro espetáculo solo de Guego Anunciação, criado em 2015 e estreado em 2016. Esta obra utiliza estímulos sensoriais como ignição para o movimento. O estimulo vem da trilha sonora e das maneiras de pisar, escorregar e deslizar. Da instabilidade do chão nasce uma configuração errante, áspera e ao mesmo tempo sinuosa, multifocal, difusa.

O alvo é a exploração das sensações do solo arenoso e da música. um chão de areia. um terreno duvidoso, errante. Nesse ambiente, o solo evidencia o corpo formado pelo vento e pelo mar, e o movimento advém do contato com o incerto, o efêmero, um chão indefinido e muitas canções inconstantes. 

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Missa do sétimo dia

É o segundo espetáculo solo criado e interpretado por Guego Anunciação.  Apresentou-se em diversas cidades do estado da Bahia, destacando-se a participação no Festival Internacional Viva Dança (Brasil) em 2018 e o Campi-n (México) em 2019. 

 

Missa do sétimo dia é um ato, protesto, espetáculo de dança que aborda a temática do genocídio da população negra no país, evidenciando aspectos do corpo negro e suas identidades. 

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Veja os meus trabalhos junto a  Reforma Cia de Dança